Publicado em 11 Jun 2019

Os riscos da contaminação de combustíveis

Redação

Embora as pesquisas da biodeterioração de combustível remonte ao final do século XIX, o reconhecimento geral do valor do controle da contaminação microbiana evoluiu lentamente até os anos 80. Desde o início dos anos 80, vários fatores convergiram para estimular um maior interesse no biodeterioração do combustível. Isso, por sua vez, estimulou os estudos aplicados na ecologia do controle e dos processos biodeteriogênicos. Com isso, houve um maior conhecimento para melhorar o controle microbiano e a evolução da compreensão da natureza dos processos biodeteriogênicos, havendo uma maior interação para o desenvolvimento de normas técnicas, diretrizes e práticas para amenizar os problemas.

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Normalmente, mesmo nos tanques bem conservados, a contaminação microbiana é um problema recorrente. Os microrganismos geralmente estão presentes no combustível, mas a boa limpeza (remoção de água e uso de biocidas) minimiza seu crescimento. No entanto, os relatos de crescimento microbiano em tanques de combustível aumentaram nos últimos anos e a manutenção de reservas estratégicas por longos períodos sempre foi problemática.



O requisito mais importante para o crescimento microbiano de combustíveis é a água. Isso acontece sempre, pois a água dissolvida no combustível pode se condensar nas paredes do tanque, a umidade no ar pode entrar através de tampas de tanques flutuantes ou outras aberturas em tanques mal projetados que não drenam eficientemente a água. No Brasil, a especificação para óleo diesel permite um máximo de 0,05% de água ou 0,5 ml/litro - bastante suficiente para o crescimento inicial de micro-organismos.

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