Publicado em 12 Nov 2019

O zap e o Nobel

Redação

O telefone esperto de hoje todos conhecemos, mas no início não passava de um telefone mesmo, invenção dos anos 1970.

peter

Peter Schulz

Hoje o celular esperto (smartphone) é onipresente, lembrando, quando desligado, a miniatura de outro objeto enigmático, simbólico e que, senão onipresente, aparentava onisciência: o monólito das cenas chave de 2001 - uma odisseia no espaço, obra-prima do cinema, dirigida por Stanley Kubrick. Se restar alguma dúvida na semelhança, a imagem que acompanha a coluna não é de um iphone.



Ao toque do usuário, o mini monólito desperta e percebemos que o simples telefonar hoje compete com o autorretrato digital (conhecido por selfie) enviado por whatsapp ao grupo de amigos. Ao praticar essa ação com toda a naturalidade do mundo, não fazemos ideia da cadeia de esforços científicos que possibilitou o nosso cotidiano de comunicação. Uma contabilidade simples encontra uma sequência de seis prêmios Nobel de física e química, alguns marcos da pesquisa intensa durante um século, que tinham outros objetivos e perguntas, mas que, enfim, também s...

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