Publicado em 12 May 2020

A segurança das talhas de corrente com acionamento manual

Redação

A talha manual pode ser definida como um elemento acionado manualmente por alavanca ou corrente de acionamento, destinado para elevação, abaixamento e/ou deslocamento de cargas, por meio de correntes de carga. As talhas manuais de corrente são blocos de corrente operados à mão que são amplamente utilizados em todo o setor, apesar do trabalho envolvido no uso. Pode ser uma opção preferida para várias aplicações, incluindo onde seja necessária uma instalação permanente para uso pouco frequente; uma instalação temporária para fins de montagem ou manutenção; um local de precisão da carga; e onde uma fonte de alimentação adequada não está prontamente disponível. Os operadores necessitam conhecer os requisitos para inspeção, instalação, ensaios operacionais, manutenção e operação de talhas de corrente com acionamento manual, visando garantir a segurança na sua utilização e fornecer, aos usuários, informações gerais sobre as características e cuidados a dispensar a estes equipamentos.

A talha de corrente manual é um dispositivo bastante simples, considerando a grande quantidade de peso que pode levantar. São fabricadas em aço durável e de alta qualidade para garantir segurança e confiabilidade ao levantar duas toneladas de cargas pesadas.

Normalmente, pode ser separada em três categorias de peças diferentes: correntes, mecanismo de elevação e ganchos. A talha de corrente possui duas presilhas - corrente manual e de elevação. A corrente manual fica em uma roda localizada no mecanismo de elevação, ela precisa ser puxada manualmente para levantar uma carga.

A roda dentro do mecanismo de elevação possui engrenagens especiais que permitem que a corrente manual mova a roda. A corrente de elevação também prende o mecanismo de elevação e levanta ou abaixa uma carga. No final da corrente, há um gancho de garra, onde você pode prender correntes ou lingas de elevação, um nivelador de carga ou a própria carga.

Há também um gancho na parte superior do alojamento das talhas de corrente. Esse gancho é usado para prender a talha a uma montagem no teto, sistema de carrinho ou outra construção que possa suportar o peso que uma talha levantará.

A maioria das talhas de corrente possui ganchos giratórios, o que significa que eles podem ser girados 360 graus para facilitar a montagem. O mecanismo de elevação consiste em uma roda dentada, eixo, eixo de transmissão, engrenagens e rodas dentadas. Há também uma trava ou freio da corrente na maioria dos guinchos da corrente que impede que a carga abaixe sob uma carga.

A física por trás de uma talha de corrente é muito simples e tem sido usada para levantar objetos pesados há bastante tempo. A talha de corrente usa uma vantagem mecânica para transformar uma pequena força a uma longa distância em grande força a uma curta distância, isso é possível usando várias engrenagens maiores e menores no mecanismo da talha.

Para levantar uma carga, o operador da talha de corrente precisa puxar a corrente manual para baixo, girando a roda dentada e o eixo que passam pelo mecanismo de elevação. Dentro do mecanismo de elevação existem várias engrenagens que aumentam o trabalho mecânico aplicado ao puxar a corrente manual por uma dúzia de vezes usando a relação de engrenagem, permitindo levantar facilmente cargas com capacidade de várias toneladas.

Portanto, quando a corrente manual é puxada, a roda dentada que é girada pela corrente manual gira o eixo de transmissão e as engrenagens que giram a roda dentada da corrente de carga, isso também gira a corrente de carga que é presa ao longo da roda dentada da corrente de carga e levanta uma carga. As engrenagens maiores movem-se mais lentamente do que as engrenagens menores, mas criam mais força e é por isso que os elevadores da talha de corrente carregam muito lentamente quando comparados a uma talha hidráulica.

No final da corrente de elevação, há um gancho de garra, que permite conectar e desconectar facilmente uma carga. Além disso, a maioria dos mecanismos de elevação da talha de corrente possui um sistema de catraca ou freio que impede que a carga deslize para trás, mas permite abaixar uma carga puxando o outro lado da corrente manual.

A NBR 16806 de 03/2020 - Talhas de corrente com acionamento manual — Requisitos de segurança requisitos para inspeção, instalação, ensaios operacionais, manutenção e operação de talhas de corrente com acionamento manual, visando garantir a segurança na sua utilização e fornecer, aos usuários, informações gerais sobre as características e cuidados a dispensar a estes equipamentos. Os requisitos de utilização definidos por esta norma pressupõem que o tipo de talha tenha sido selecionado de acordo com a classificação descrita na NBR 16324.

Todos os documentos técnicos referentes ao fornecimento, como manuais, desenhos e listas de peças, devem ser criteriosamente analisados e as instruções neles contidas rigorosamente cumpridas pelos usuários, visando garantir o funcionamento do equipamento e a segurança do pessoal envolvido. Todas as talhas devem ser inspecionadas e ensaiadas pelo fabricante antes de seu fornecimento ao cliente, em conformidade com a NBR 16324.

As talhas que tenham sido reparadas devem ser inspecionadas e ensaiadas antes da sua instalação para garantir a conformidade com a NBR 16324 e com as especificações do fabricante. Nova inspeção visual deve ser efetuada pelo responsável pela montagem, antes da instalação da talha, para certificar-se de que a talha e/ou seus acessórios não foram danificados no transporte ou manuseio e armazenamento.

Para a instalação da talha, os seguintes requisitos no mínimo, devem ser atendidos: as estruturas suporte onde deve ser instalada a talha, como: monovia, ponte, ou outros, devem ser dimensionadas considerando as cargas às quais devem ser submetidas em função da utilização da talha; devem ser atendidas as especificações de projeto do fabricante da estrutura de suporte e seus batentes, o que inclui as dimensões mínimas requeridas, assim como as tolerâncias permissíveis (dimensão, forma, posição, fixação e raio mínimo de curvatura em caso de monovia); uma inspeção visual deve ser efetuada na estrutura de suporte, pelo responsável pela montagem, antes da instalação da talha, para se verificar a integridade da estrutura suporte; deve ser fornecido um posto de operação seguro, do qual o acesso à corrente ou alavanca de comando seja fácil, e que permita boa postura e visão da talha e da carga pelo operador.

Antes dos ensaios operacionais, os seguintes pontos devem ser verificados quanto à sua integridade: apoios para os ganchos superiores e/ou elementos de fixação; batentes na monovia ou trave da ponte ou do braço giratório, conforme seja o caso, e seus respectivos pontos de impacto na talha/trole; correntes e suas acomodações nas roldanas; ganchos. Para talha reparada, recomenda-se que seja realizado o ensaio de funcionamento descrito na NBR 16324, 10.5, anteriormente ao seu recebimento para instalação.

Após a instalação, tanto as talhas novas como as que tenham sido reparadas, bem como as que tenham permanecido inoperantes por mais de 90 dias, devem ser submetidas aos ensaios de funcionamento em vazio e com carga, sob a orientação de pessoa devidamente qualificada antes do início ou reinício da sua operação. Os ensaios em vazio para constatação de funcionamento e regularidade de atuação de todos os comandos e funções, devem incluir no mínimo as seguintes operações: movimentos de subida e de descida do gancho e de deslocamento do trole, se houver, observando-se a sua suavidade; a atuação dos freios; a atuação do mecanismo de segurança, se houver.

Para a realização dos ensaios com carga, é necessário antes do início, comprovar que a talha e os elementos aos quais está montada são compatíveis, principalmente no caso de talhas móveis. O percurso de trole deve ser suave na viga de rolamento, e nenhuma espécie de obstrução fixa ou móvel deve existir no caminho da talha ou de seus acessórios. Convém que cuidados especiais sejam tomados com os intertravamentos, necessariamente automáticos, entre os movimentos do trole e de eventuais desvios em monovias.

Devem ser tomados, durante os ensaios, todos os cuidados exigidos em operação normal, acrescidos da cautela de içar inicialmente a carga na menor altura possível, elevando-a somente após constatação da correta atuação dos freios. Deve ser realizado o ensaio de funcionamento descrito na NBR 16324, 10.5, com a aplicação da carga de trabalho.

O responsável pelo equipamento deve determinar e registrar a carga de trabalho da talha. Diante da alteração do valor da carga de trabalho então determinada, por exemplo, por uma reclassificação de grupo de severidade operacional além da formalização necessária, se deve atentar para a definição da nova condição de ensaio após instalação, conforme 5.4.3. Os grupos de classificação operacional estão definidos na NBR 16324.

Incluir a identificação visível da capacidade máxima da talha em seu corpo/trole (Item de segurança). Diante da indisponibilidade de formalização da carga de trabalho de uma talha, pode ser considerada como esta designação a capacidade nominal da talha, conforme a identificação visível da capacidade máxima da talha em seu corpo/trole.

As talhas devem ser operadas somente pelas seguintes pessoas: operadores especificamente designados e treinados para estas tarefas; operadores qualificados pelo responsável pelo equipamento ou por um profissional ou entidade previamente qualificada; operadores que tenham sido submetidos e aprovados em testes práticos no equipamento específico a ser operado; o pessoal de manutenção e inspeção, treinados em operação de talhas, desde que necessário para o cumprimento de suas funções. O trabalho com talhas e equipamentos similares pode acarretar situações de perigo, para pessoas e equipamentos, que somente podem ser evitadas por meio de uma operação cuidadosa e responsável pelos operadores destes equipamentos, assim como pelo isolamento da área de trabalho.

Na operação de talhas, as seguintes práticas gerais devem ser aplicadas: o operador deve familiarizar-se com o equipamento e com o cuidado que deve lhe dar, conforme o manual de instruções do produto; todos os movimentos da talha devem ser submetidos a testes pelo operador antes de iniciar a jornada. Diante da detecção de qualquer anormalidade, deve ser interrompido imediatamente o uso do equipamento e comunicado ao responsável imediato, para providências.

Em caso de troca de turno, formalizar ao novo operador qualquer anormalidade identificada. Caso tenham sido colocadas na talha placas indicativas de que a talha se encontra em reparo, ajustes, etc., o operador não pode acionar a talha até que as pessoas responsáveis tenham terminado o serviço e retirado as placas indicativas. Antes de operar a talha, o operador deve certificar-se de que a operação não coloca em perigo pessoas que estejam na área e durante a operação com a talha, o operador deve estar atento exclusivamente a esta operação.

Na manipulação de carga, devem ser observadas no mínimo as seguintes práticas e restrições: talhas não podem ser utilizadas para o transporte de pessoas; o operador deve submeter os freios a testes anteriormente a cada operação, levantando a carga um pouco acima do piso ou do suporte da carga e verificando a ação do freio. Somente após constatado o bom funcionamento do freio, pode-se proceder ao içamento da carga.

Nenhuma talha deve ser carregada acima de sua capacidade nominal, exceto para efeito de teste devidamente autorizado e a corrente da talha não pode ser enrolada na carga. A carga deve ser fixada ao gancho da talha por meio de laços ou outros meios adequados ao seu manuseio, cuidando-se para que não haja possibilidade de deslizamento, mesmo quando a carga oscilar com os movimentos do trole.

A carga não pode ser elevada mais do que uns poucos centímetros, até se constatar que está devidamente balanceada nos laços ou nos meios de manuseio da carga e a corrente de carga não pode ter seu percurso obstruído, estar dobrada ou torcida e, no caso de vários ramais, que estes não estejam enrolados entre si. O percurso da carga não pode estar obstruído e o operador não pode passar com cargas acima de pessoas. No caso de serem utilizados dispositivos de pega de carga, como eletroímãs, sistema de vácuo e similares, este impedimento é terminante e extensivo a uma faixa de segurança a ser determinada em cada caso.

O operador não pode abandonar a carga suspensa pela talha. Caso seja necessário, deve-se tomar as devidas precauções, como isolamento da área, placas indicativas, etc. O operador não pode se apoiar e/ou segurar a corrente de carga quando do acionamento da talha de alavanca e a talha de acionamento com corrente deve estar centralizada acima da carga de forma que o içamento seja feito verticalmente, sem arrastes que possam danificar a talha, a carga, equipamentos ou pessoas próximas.

Em casos excepcionais, com acompanhamento do responsável imediato, deve-se atentar quanto à relação entre a capacidade da talha e a carga a ser içada, uma vez que o arraste acarreta um acréscimo de carga a ser movimentada pelo equipamento devido ao atrito entre carga e superfície de apoio e/ou possibilidade da ocorrência de movimento pendular quando do início da operação de içamento, tomando-se as precauções necessárias. Antes do início dos reparos ou ajustes na talha, devem ser tomadas algumas precauções.

Por exemplo, em uma situação onde a talha tenha bloqueado com uma carga suspensa, retirar a carga por qualquer meio seguro antes de desmontar qualquer componente. As placas contendo as indicações de em reparo, manutenção ou similares devem ser colocadas na corrente ou alavanca de acionamento da talha de tal forma que fique claramente indicado que o equipamento não pode ser utilizado.

Após o término dos reparos e ajustes, a talha não pode ser utilizada antes que todas as proteções tenham sido reinstaladas e todos os equipamentos de manutenção tenham sido removidos e as talhas utilizadas de forma descontínua, sujeitas à paralisação da ordem de um mês ou mais, devem ser preparadas para serem corretamente armazenadas nos períodos de paralisação, de forma adequada às condições ambientais, visando a proteção contra a umidificação e a corrosão.

Deve ser estabelecido e seguido pelo usuário um programa de manutenção preventiva, baseado no mínimo nas recomendações do fabricante. Inspeções frequentes e periódicas do equipamento devem ser inseridas no programa de manutenção preventiva, a fim de evitar que falhas ou defeitos não corretamente detectados nestas manutenções venham a se converter em fatores de risco mais graves. Os intervalos usuais das inspeções permitem distingui-las como diárias e periódicas.

As talhas devem ser lubrificadas conforme orientações disponibilizadas pelo fabricante relativas a pontos de lubrificação, periodicidades, tipo e quantidade de lubrificantes. As inspeções diárias devem ser realizadas, conforme procedimentos previamente definidos e aprovados pelo responsável da área, antes do início da operação do equipamento e cobrir no mínimo o exame visual:da integridade (trincas aparentes, deformações, corrosões), do posicionamento adequado, do estado de limpeza das correntes de carga e acionamento; da lubrificação na corrente de carga; do estado de limpeza, conservação de ganchos, moitões e/ou dispositivos de carga e travas de segurança, verificando a inexistência de deformações (abertura ou torção) ou outros danos que possam comprometer a segurança da operação.

As inspeções periódicas da talha devem ser completas, realizadas em intervalos conforme plano definido pelo responsável da área, levando em consideração a classe de funcionamento, estado de solicitação, caracterização de severidade operacional e indicações específicas do fabricante. Além das indicações relativas as inspeções diárias, as inspeções periódicas devem abranger no mínimo as partes do equipamento indicadas a seguir, constatando: a fixação e aperto de parafusos e/ou rebites; o desgaste da roldana de tração e livre, se houver; o desgaste excessivo, corrosão, deformação ou ruptura de elementos, como volante, eixos, engrenagens e pinos; o desgaste excessivo dos componentes do mecanismo de freio; o desgaste excessivo, corrosão, deformação ou trincas na corrente de carga.

Pelo menos uma vez por ano, o gancho deve ser inspecionado com líquido penetrante, ou outros meios apropriados, visando a determinar a inexistência de fissuras ou trincas. Deve ser verificado o estado da porca e trava do gancho e dos elementos do moitão, como anéis de retenção, pinos, soldas ou rebites; o estado do trole, em especial das rodas, parafusos de fixação e/ou fechamento e mecanismo de acionamento; o estado das estruturas de suporte, monovia e seus complementos e dos elementos de fixação; o estado do fim de curso da corrente da talha; e as anomalias, que devem ser cuidadosamente examinadas e corrigidas, e eliminadas as suas causas.

Os relatórios das inspeções efetuadas, com destaque para as anomalias detectadas e recomendações de reparos e/ou substituições de partes, como freios, ganchos, correntes, mas não limitados as estas, devem ser elaborados e assinados pelo responsável pelo equipamento, ficando facilmente acessíveis. Na manutenção, deve ser verificadas as correntes de carga e de comando devem ser mantidas limpas e livres de oxidação e de qualquer material abrasivo ou que possa se acumular na corrente alterando o seu módulo ou reduzindo sua capacidade de articulação. O processo de limpeza não pode provocar avarias na corrente.

As correntes de carga articulam-se sob altas pressões específicas e devem ser lubrificadas de acordo com as recomendações do fabricante da talha. Na falta dessas recomendações, lubrificar a corrente com óleo tipo EP, aplicando em pequena quantidade, porém com grande frequência, visto que o óleo se dispersa com uso da talha. As correntes de acionamento não necessitam de lubrificação.

Na inspeção da corrente de rolos, deve ser verificada a livre movimentação; a integridade e deformação – as correntes de rolos devem ser inicialmente inspecionadas ainda montadas na talha. Para inspecionar a corrente quanto a desgastes ou alongamentos, proceder de acordo com as instruções do fabricante da talha.

Na falta dessas instruções, proceder como indicado nas correntes de elos, se constatado alongamento superior a 2%, a corrente deve ser substituída; torção – se for verificado que em um trecho de 1,5 m a torção sem carga excede 15°, a corrente deve ser substituída. Para a flexão – se for verificado que em um trecho de 1,5 m a flexão sem carga excede 6 mm, a corrente deve ser substituída.

A inspeção com desmontagem – uma inspeção mais meticulosa da corrente deve ser feita em periodicidade a ser definida pelo responsável pelo equipamento, removendo-a da talha, limpando-a em solução desengraxante e verificando os seguintes pontos e eventuais defeitos: pinos frouxos; rolos presos, que não sejam facilmente girados com os dedos; articulações, que não possam ser facilmente movimentadas com as mãos; chapas laterais abertas; corrosão; estrias, mossas e outras avarias.

A constatação de defeitos nos componentes citados é motivo suficiente para questionar se a corrente tem condições de uso e cogitar a sua substituição. A avaliação deve ser efetuada por profissional qualificado considerando o aspecto funcional do defeito, bem como a possibilidade de falha do componente defeituoso e respectivas consequências para integridade de pessoas e instalações.

Na substituição da corrente de rolos, deve-se atentar para a nova corrente a ser instalada que deve ser idêntica à fornecida com a talha, quanto às dimensões, tipo e material, exceto quando outra especificação for recomendada pelo fabricante da talha, em virtude de condições de trabalho diversas das originalmente previstas. Ao instalar a nova corrente, deve-se ter cuidado de não torcer, sujar ou danificar, e observar que ela circule livremente nas roldanas de tração e roldanas livres (se aplicável). Todas as ligações e terminais devem ser adequadamente fixados.

Recomenda-se que as instruções do fabricante da talha também sejam seguidas em relação à escolha e às instalações dos elementos de interligação. Ao instalar uma nova corrente, as peças nas quais a corrente se encaixa ou desliza devem ser desmontadas e inspecionadas e, se necessário, substituídas.

Hayrton Rodrigues do Prado Filho

hayrton@hayrtonprado.jor.br

Artigo atualizado em 12/05/2020 06:00.

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