Publicado em 08 Dec 2020

Os motivos para promover os Acordos de Livre Comércio (ALC)

Redação

Muito mudou desde o estabelecimento do primeiro Acordo de Livre Comércio (ALC) em 1860. O que costumava ser uma oportunidade para uma significativa redução de taxas de direitos, e consequentemente uma posição mais competitiva em determinada região, tornou-se uma ferramenta de acesso rápido ao mercado e controle de uma relação de troca.

Anne van de Heetkamp – 

Um crescimento maciço dos acordos de comércio regionais vem ocorrendo desde os anos 90. De acordo com a World Trade Organization (WTO), atualmente mais de 300 estão em vigor. O número inclui acordos bilaterais/locais gigantes como a União Europeia (EU) e o bloco asiático ASEAN.

Tais acordos se encontram atualmente em cerca de 40 países. A ratificação em progresso para acordos está com cerca de 30 deles e acordos com outros 20 estão aguardando para ser assinados. Só os EUA atualmente têm acordos com 30 países, reestabelecendo o USMCA em 2020, e inúmeras especulações.

Muito mudou desde o estabelecimento do primeiro Acordo de Livre Comércio (ALC) em 1860. O que costumava ser uma oportunidade para uma significativa redução de taxas de direitos, e consequentemente uma posição mais competitiva em determinada região, tornou-se uma ferramenta de acesso rápido ao mercado e controle de uma relação de troca. Contudo, se a importância da redução de impostos tem sido marginalizada, por quais motivos um movimento tão forte para promover ALC em todo o mundo ainda persiste?

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