Publicado em 25 Aug 2020

Os indicadores em direção a uma cidade inteligente

Redação

Uma cidade inteligente é aquela que aumenta o ritmo em que proporciona resultados de sustentabilidade social, econômica e ambiental e que responde a desafios como mudanças climáticas, rápido crescimento populacional e instabilidades de ordem política e econômica, melhorando fundamentalmente a forma como engaja a sociedade, aplica métodos de liderança colaborativa, trabalha por meio de disciplinas e sistemas municipais, e usa informações de dados e tecnologias modernas, para fornecer melhores serviços e qualidade de vida para os que nela habitam (residentes, empresas, visitantes), agora e no futuro previsível, sem desvantagens injustas ou degradação do ambiente natural. Alguns afirmam que o sistema deve ser baseado na digitalização de todos os aspectos urbanos e outros argumentam que o aumento na coleta de dados pessoais é o único método para melhorar o estilo de vida urbana. Para uma pessoa, o mundo digital pode ser o paraíso na Terra, já para a outra, tipo tecnofóbica, praticamente o dia do juízo final. Além da mera definição dessas cidades, qual o papel dos arquitetos e pesquisadores na criação desse cenário futurista, ainda pouco identificado? Assim como Corbusier definiu a casa como uma máquina para morar, é hora de se redefinir como os edifícios podem abandonar o exterior passivo, e se tornarem verdadeiras máquinas de trabalho, como sempre deveriam ter sido. O que faz uma cidade inteligente ter sucesso é estabelecido pela combinação de algo que captura a alma de um lugar e o conecta a uma tecnologia impactante. É onde os bairros dinâmicos no cruzamento da sustentabilidade e um modo de vida mais econômico. Um relatório divulgado em 2018 estimou que o mercado de cidades inteligentes alcançará US$ 2,57 trilhões nos próximos cinco anos. O que vem a seguir, de agora em diante, é o refinamento da definição de uma cidade de sucesso, que ajudará pesquisadores e arquitetos a criar centros urbanos mais humanizados. Será que essas cidades inverterão a escala para a distopia ou para a criação da utopia altamente esperada? Conheça as definições e a metodologias para um conjunto de indicadores das cidades inteligentes.

Hayrton Rodrigues do Prado Filho – 

A ideia de se ter indicadores é auxiliar as cidades a identificarem eles para a aplicação de sistemas de gestão urbana e a implementarem políticas, programas e projetos de cidades inteligentes que respondam a desafios como as mudanças climáticas, o rápido crescimento populacional e a instabilidade política e econômica, melhorando fundamentalmente a forma como envolvem a sociedade; apliquem métodos de liderança colaborativa e trabalhem entre disciplinas e sistemas urbanos; usem as informações de dados e tecnologias modernas para oferecerem melhores serviços e qualidade de vida para aqueles que estão na cidade (moradores, empresas, visitantes); proporcionem um melhor ambiente de vida, em que políticas, práticas e tecnologias inteligentes sejam colocadas a serviço dos cidadãos; alcancem os seus objetivos ambientais e de sustentabilidade de forma mais inovadora; identifiquem a necessidade e os benefícios das infraestruturas inteligentes; facilitem a inovação e o crescimento; e construam uma economia dinâmica e inovadora, pronta para os desafios do futuro.

Pode-se dizer que os sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida, fluxos de interação, são considerados inteligentes por fazer o uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana ...

Target

Facilitando o acesso à informação tecnológica