Publicado em 16 Jun 2020

Em tempos de pandemia, falar de cibersegurança é imperativo

Redação

A hiperconexão e, recentemente, o isolamento social provocado pelo vírus chinês, abriu caminho para crimes e golpes virtuais antes inimagináveis. Ainda hoje, existem muitas pessoas que não tem consciência dos perigos ao navegar na internet, mesmo com toda a informação disponível sobre cibersegurança.

Aluísio Serafim - 

A hiperconexão e, recentemente, o isolamento social provocado pelo novo coronavírus, abriu caminho para crimes e golpes antes inimagináveis. Ainda hoje existem muitas pessoas que não têm consciência dos perigos ao navegar na internet, mesmo com toda a informação disponível sobre cibersegurança. Na maioria das vezes é difícil compreender ser possível e provável que alguém invada sua rede e roube, por exemplo, dados bancários sem o usuário desconfiar que há algo de errado ou ter contato com este invasor.

Infelizmente, isso é uma situação cada vez mais usual em todo o planeta e, de acordo com pesquisa a Norton Cyber Security, o Brasil já é o segundo país com mais casos de cibercrimes, com cerca de 62 milhões de pessoas afetadas por esse tipo de delito, gerando um prejuízo de mais de US$ 22 bilhões. Essa porta de entrada para bandidos fica ainda mais escancarada num ambiente em que existe conexão com cada objeto, como nos propõe a internet das coisas (IoT).

Se imaginarmos geladeiras, lâmpadas, câmeras, assistentes pessoais e outros utensílios conectados a uma rede interna, as possibilidades de acesso para bandidos digitais são amplificadas de maneira exponencial. Já existem dados que demonstram isso. Segundo um estudo de dados sobre as principais ciberameaças do mundo, os programas virais focados nessa tecnologia, conhecidos como malwares, tendem a evoluir até tornarem-se mais perigosos, dinâmicos e sofisticados par...

Target

Facilitando o acesso à informação tecnológica