As causas clínicas dos aneurismas cerebrais
Redação
Os aneurismas cerebrais podem ser congénitos, sendo resultado de uma fraqueza da parede arterial. São mais comuns em pessoas portadoras de outros problemas genéticos, como as patologias do tecido conjuntivo, a doença renal poliquística, as enfermidades circulatórias, como as malformações arteriovenosas.

O aneurisma é uma dilatação segmentar da parede arterial que excede em mais de 50% o diâmetro normal esperado da artéria. No caso do aneurisma da aorta abdominal (AAA), considera-se aneurisma quando o diâmetro da aorta abdominal atinge 3,0 cm ou mais, sendo que o diâmetro normal máximo é de 2,0 cm.
Os aneurismas da aorta abdominal são mais comuns em idosos e são responsáveis por 90 a 95% dos casos de aneurisma de aorta. O fusiforme é uma dilatação em forma de fuso, mais comum; o sacular é em forma de saco, com maior risco de ruptura, frequentemente corrigidos independentemente do tamanho e o inflamatório representa 5 a 10% dos casos, caracterizado por espessamento da parede, fibrose retroperitoneal e adesão a estruturas adjacentes.
Pacientes com aneurismas pequenos devem ser acompanhados regularmente. Reparo eletivo é recomendado para aneurismas maiores que 5,4 cm.
A escolha entre cirurgia aberta e EVAR deve considerar a experiência da equipe, anatomia do aneurisma e preferência do paciente. Pacientes inoperáveis devem ser avaliados individualmente para tratamento endovascular (EVAR).
O MS-PCDT: Aneurisma aorta abdominal garante que o diâmetro máximo normal da aorta abdominal é de 2,0 cm. A dilatação da aorta abdominal quando atinge um diâmetro 50% maior do que o esperado, ou 3,0 cm nos adultos, é chamada de aneurisma.
Os aneurismas da aorta abdominal (AAA) são encontrados incidentalmente com frequência, sobretudo na população idosa, sendo responsáveis por 90% a 95% de todos os casos de aneurisma de aorta. Estima-se que a prevalência dos AAA é de 2% na população com 60 anos de idade e em cerca de 5% após os 70 anos, sendo 2 a 3 vezes mais comum no sexo masculino.
O principal risco relacionado aos aneurismas é a ruptura, evento com alta letalidade. A fibrose periaórtica e adesão de estruturas adjacentes (ureteres e duodeno) são os principais responsáveis para as dificuldades técnicas intraoperatórias.
A mortalidade perioperatória de reparo cirúrgico convencional do aneurisma inflamatórios é três vezes maior do que a observada nos casos de aneurisma não inflamatório. Os aneurismas podem ocorrer em qualquer artéria.
Os aneurismas são mais comuns na aorta, que é a artéria principal que transporta sangue do coração para o corpo. A aorta está localizada no tronco. Os aneurismas também podem ocorrer em artérias fora do tronco.