Publicado em 06 Jul 2021

As diferenças entre a telefonia blindada e a criptografada

Redação

O problema com a criptografia é que, mesmo com os canais de comunicação seguros, as chaves para descriptografar são salvas, muitas vezes, dentro do celular, o que deixa o aparelho ainda vulnerável a um hacker. Existem sistemas de telefonia blindada, onde o dispositivo móvel passa por um processo de blindagem que não permite a extração de informações do telefone. Se o aparelho não pode ser interceptado por um malware, ele não fica vulnerável a esses tipos de ataques que visam pegar as chaves para descriptografar mensagens e ligações encriptadas.

Augusto Schmoisman –

Quando se trata de proteção contra ciberataques, muitas dúvidas são geradas de como proteger os aparelhos móveis. É claro que, muitos sistemas não são acessíveis para todas as pessoas, que acabam buscando alterativas simples, como cuidados com as senhas para se sentirem minimamente seguras.

Porém, as empresas, as instituições e os governos, que deveriam dar a devida atenção ao tema, sequer sabem como de fato fazer isso. Colocam em risco todo o patrimônio e, até mesmo, a proteção dos dados dos seus clientes, parceiros e terceiros.

A criptografia - prática de codificar dados por meio da aplicação de algoritmos - já é algo comum aos ouvidos de muitos. Mas, a grande questão é que, para a segurança de uma companhia, criptografar os aparelhos internos e dos principais executivos passa a ser uma meia solução.

O problema com a criptografia é que, mesmo com os canais de comunicação seguros, as chaves para descriptografar são salvas,...

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